Sofres do mal de seres pouco, és pescador de corrico, de chumbo leve e de mar sem enchios; rasas-me a superfície a ver se mordo, mas desistes rapidamente, porque me sabes bicho de águas profundas.
Às vezes, consegues-me.
Quando a tua melancolia se sobrepõe à vontade de teres graça e se desprende na minha direcção, num vislumbre oblíquo.
Excerto de post em Um amor atrevido
Sem comentários:
Enviar um comentário