segunda-feira, 11 de novembro de 2019

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Sobre a paciência e as pequenas coisas

É preciso permitir às coisas
seu próprio passo,
quieto, sem perturbações,
oriundo do mais profundo,
sem que sejam acossadas,
sem que sejam aceleradas por nada,
quando tudo é tornar-se — até
dar-se à luz…
Amadurecer como a árvore
que não apressa sua seiva
e aguarda,
sossegada, nas tempestades primaveris,
sem medo de que não chegue mais o verão.
Ele virá sim!
Mas virá apenas para os pacientes,
que aí estão como se a eternidade
estivesse à sua frente,
impávidos, quietos e largos…
É preciso ter paciência
com o inconcluso no peito.
É preciso tentar amar as próprias perguntas
como quartos fechados
e livros escritos numa língua muito estrangeira.
É preciso viver tudo.
Quando se vive as perguntas, vive-se também,
talvez, aos poucos,
sem que se perceba,
no romper de um dia desconhecido,
o começo das respostas.
De Rilke

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Tu que tens o meu olhar...

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Um remelexo...



sexta-feira, 24 de maio de 2019

Quero...

sábado, 2 de fevereiro de 2019

La verdad...

Eva Armisen

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

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Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo. 
José Saramago