terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
One Vagina lots of words...
Mulher reclinada, 1917, Egon Schiele
If your vagina could talk, what would it say, two words: is that you?
feed me
I want
yum yum
oh yeah
start again
no, over there
lick me
stay home
brave choice
think again
more please
embrace me
let’s play
don’t stop
more more
remember me?
come inside
not yet
whoa mamayes yes
rock me
enter at your own risk
oh god
thank god
I’m here
let’s go
let’s go
find me
thank you
bonjour
too hard
don’t give up
where’s Brian?
that’s better
yes, there. there.
Vagina monologues, de Eve Ensler
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
While You and I...
(...) While you and i have lips and voices which
are for kissing and to sing with
who cares if some oneeyed son of a bitch
invents an instrument to measure Spring with? (...)
are for kissing and to sing with
who cares if some oneeyed son of a bitch
invents an instrument to measure Spring with? (...)
E.E Cummings
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
Psst...
visita-me enquanto não envelheço
toma estas palavras cheias de medo e surpreende-me
com teu rosto de Modigliani suicidado
tenho uma varanda ampla cheia de malvas
e o marulhar das noites povoadas de peixes voadores
ver-me antes que a bruma contamine os alicerces
as pedras nacaradas deste vulcão a lava do desejo
subindo à boca sulfurosa dos espelhos
antes que desperte em mim o grito
dalguma terna Jeanne Hébuterne a paixão
derrama-se quando tua ausência se prende às veias
prontas a esvaziarem-se do rubro ouro
perco-te no sono das marítimas paisagens
estas feridas de barro e quartzo
os olhos escancarados para a infindável água
com teu sabor de açúcar queimado em redor da noite
sonhar perto do coração que não sabe como tocar-te
toma estas palavras cheias de medo e surpreende-me
com teu rosto de Modigliani suicidado
tenho uma varanda ampla cheia de malvas
e o marulhar das noites povoadas de peixes voadores
ver-me antes que a bruma contamine os alicerces
as pedras nacaradas deste vulcão a lava do desejo
subindo à boca sulfurosa dos espelhos
antes que desperte em mim o grito
dalguma terna Jeanne Hébuterne a paixão
derrama-se quando tua ausência se prende às veias
prontas a esvaziarem-se do rubro ouro
perco-te no sono das marítimas paisagens
estas feridas de barro e quartzo
os olhos escancarados para a infindável água
com teu sabor de açúcar queimado em redor da noite
sonhar perto do coração que não sabe como tocar-te
Al Berto, em Salsugem
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
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